
Rio Nhundiaquara & Orla Ribeirinha
O rio que corta o coração de Morretes nasce na Serra do Mar e serpenteia com águas límpidas entre o casario colonial, calçadões ajardinados e…

Capital do Barreado, Charme Ribeirinho e o Coração da Serra do Mar
Encravada entre as escarpas monumentais da Serra do Mar e as águas límpidas do Rio Nhundiaquara, Morretes é um dos destinos turísticos mais apaixonantes do Paraná.
Do Centro Histórico ao pé da Serra do Mar, descubra a relação de Morretes com o rio, a ferrovia e a floresta.
Explorar Morretes Créditos cartográficos
O rio que corta o coração de Morretes nasce na Serra do Mar e serpenteia com águas límpidas entre o casario colonial, calçadões ajardinados e…

Calçadão de paralelepípedos margeando o rio, repleto de canteiros floridos, bancos de ferro, casarios coloniais coloridos e galerias de arte.

Construção metálica treliçada histórica que une as duas margens do Rio Nhundiaquara no centro.

Coração do montanhismo nacional, conquistado pela primeira vez em 1879.

Bucólico vilarejo a 6 km do centro, no pé da serra.

Morretes abriga os restaurantes de barreado mais tradicionais do Brasil.

Casarões históricos que reúnem o melhor da produção artesanal do pé da serra: farinhas de mandioca premiadas, cachaças artesanais, doces de…

Conjunto de casarões dos séculos XVIII e XIX com fachadas em cantaria de pedra, frontões ornamentados e amplos jardins que retratam os ciclos…
Carro ou trem para Morretes com crianças? A viagem de trem é uma atração por si só, mas o carro oferece mais liberdade para a família. Neste episódio, comparamos as duas opções para ajudar você a escolher a melhor maneira de conhecer Morretes com os pequenos. 🎧 Ouça antes de planejar seu passeio!
Apresentação gerada por IA com curadoria editorial humana.
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Apuração factual, direto ao ponto.
Litoral do ParanáConcessionária prevê aumento de 25% no tráfego entre Curitiba e o Litoral; chuva pode acompanhar parte do feriado prolongado.
Ler reportagem completaMorretes é o epicentro da mais autêntica expressão da culinária caiçara e tropeira paranaense. O barreado nasceu do modo de vida de tropeiros e caboclos que precisavam de um prato calórico, duradouro e que pudesse cozinhar sem vigilância enquanto trabalhavam na roça ou nas festas de fandango.
Carne bovina de segunda (como peito, paleta ou alcatra) temperada com toucinho, louro, cominho e alho, cozida por 12 a 24 horas em panela de barro selada com goma de cinzas ou…
Reconhecida pela finura incomparável e torra perfeita em fornos a lenha, é o ingrediente obrigatório para dar a liga cremosa ao caldo do barreado sem empelotar.
Destilada em alambiques de cobre aos pés da Serra do Mar e envelhecida em madeiras brasileiras e carvalho. Destaque para as infusões tradicionais com gengibre e folhas de cataia.
Banana assada na casca com canela, tortas de banana-da-terra, doces em pasta e gengibre colhido fresco nas encostas úmidas da serra.
Bancas coloniais onde artesãos locais vendem esteiras de taboa, balaios de cipó, doces de compota, cachaças regionais e lembranças feitas à mão.
Morretes celebra sua identidade com apresentações folclóricas de fandango caiçara, Festa do Barreado e eventos culturais ao ar livre na orla do Nhundiaquara.
Diferente da costa de mar aberto, as águas de Morretes são rios cristalinos que brotam das nascentes da Serra do Mar. O Rio Nhundiaquara é a espinha dorsal de esportes fluviais, banhos refrescantes e expedições de natureza:
A atividade de aventura mais divertida do litoral: descida pelas corredeiras de pedras e remansos de água límpida com colete e boia individual.
Remada suave pelas curvas do rio em trechos tranquilos, observando aves ribeirinhas, bromélias e o reflexo das montanhas.
Subida desafiadora aos picos rochosos do Olimpo, Gigante e Ponta do Tigre, em meio à floresta atlântica mais preservada do estado.
Considerado um dos passeios de trem mais bonitos do planeta, cruzando viadutos centenários, pontes de ferro e despenhadeiros na serra.
Parque Estadual Pico do Marumbi, criado pelo Decreto Estadual 7.300/1990 e ampliado pelo Decreto Estadual 1.531/2007, com 8.745,45 ha de proteção integral no maciço da Serra do…
Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange, unidade de conservação federal de proteção integral (Lei 10.227/2001), com 24.302 ha de Mata Atlântica na Serra do Mar paranaense.
Os dados disponíveis no acervo não têm data de referência suficiente para indicar a condição atual. Consulte o boletim oficial do IAT antes de entrar na água.